Robôs e Coração

18 04 2012

“A Invenção de Hugo Cabret” não tem máfia italiana, nem mortes, logo, não tem a cara de Scorsese, ironizou Billy Cristal na mais recente cerimônia de entrega dos Oscars. Apesar de ser uma adaptação de um romance do autor norte-americano Brian Selznick, o primeiro filme “família” do diretor pode ser considerado uma obra extremamente autoral. Considerado um dos maiores cinéfilos do mundo, Scorcese é conhecido também por levantar em diversas ocasiões a bandeira da conservação de cinematecas antigas. Por isso, não é surpresa que o realizador tenha feito um filme onde a grande estrela é uma das figuras principais dos primórdios do Cinema.

            Hugo é um menino que, após a morte de seu pai, passa a morar secretamente dentro de uma estação ferroviária de Paris, controlando o relógio que rege as chegadas e partidas. Seu objetivo é conseguir uma chave em forma de coração necessária para fazer com que um robô funcione novamente e revele uma mensagem deixada por seu pai. Ao fazer o “autômato” funcionar de novo, o menino acredita que ele mesmo conseguirá “funcionar” novamente.

            O filme conta uma história de época, mas não abre mão da alta tecnologia. O primeiro filme de Scorsese rodado em 3D impressiona desde a sequência inicial pela maestria técnica dos efeitos visuais e da fotografia. Por isso, merecidamente levou esses dois prêmios no Oscar, além de Melhor Direção de Arte e Mixagem e Edição de Som.

Com uma película emocionante para o grande público e mais ainda para quem lida com Cinema, o filme representa uma inversão do sentido dos ponteiros do relógio da sétima arte. Ao voltar ao cinema de Georges Meliés,  Scorsese nos convida para uma época quando o uso criativo de simples efeitos servia para contar histórias inspiradoras para o imaginário do público, ou seja, uma época onde os robôs eram associados ao coração. Com “Hugo”, Scorsese homenageia uma de suas maiores inspirações e “funciona” como nunca. Ao revelar uma mensagem para as novas gerações sobre um dos pais do Cinema, o diretor se consolida como um dos mais criativos e inteligentes da atualidade. 

Advertisements




Robôs e Coração

18 04 2012

“A Invenção de Hugo Cabret” não tem máfia italiana, nem mortes, logo, não tem a cara de Scorsese, ironizou Billy Cristal na mais recente cerimônia de entrega dos Oscars. Apesar de ser uma adaptação de um romance do autor norte-americano Brian Selznick, o primeiro filme “família” do diretor pode ser considerado uma obra extremamente autoral. Considerado um dos maiores cinéfilos do mundo, Scorcese é conhecido também por levantar em diversas ocasiões a bandeira da conservação de cinematecas antigas. Por isso, não é surpresa que o realizador tenha feito um filme onde a grande estrela é uma das figuras principais dos primórdios do Cinema.

            Hugo é um menino que, após a morte de seu pai, passa a morar secretamente dentro de uma estação ferroviária de Paris, controlando o relógio que rege as chegadas e partidas. Seu objetivo é conseguir uma chave em forma de coração necessária para fazer com que um robô funcione novamente e revele uma mensagem deixada por seu pai. Ao fazer o “autômato” funcionar de novo, o menino acredita que ele mesmo conseguirá “funcionar” novamente.

            O filme conta uma história de época, mas não abre mão da alta tecnologia. O primeiro filme de Scorsese rodado em 3D impressiona desde a sequência inicial pela maestria técnica dos efeitos visuais e da fotografia. Por isso, merecidamente levou esses dois prêmios no Oscar, além de Melhor Direção de Arte e Mixagem e Edição de Som.

Com uma película emocionante para o grande público e mais ainda para quem lida com Cinema, o filme representa uma inversão do sentido dos ponteiros do relógio da sétima arte. Ao voltar ao cinema de Georges Meliés,  Scorsese nos convida para uma época quando o uso criativo de simples efeitos servia para contar histórias inspiradoras para o imaginário do público, ou seja, uma época onde os robôs eram associados ao coração. Com “Hugo”, Scorsese homenageia uma de suas maiores inspirações e “funciona” como nunca. Ao revelar uma mensagem para as novas gerações sobre um dos pais do Cinema, o diretor se consolida como um dos mais criativos e inteligentes da atualidade. 





For all you nerds out there!

7 08 2009

People may think nerds are weird, but everybody in Hollywood is eager to go to one of the biggest conventions in the world, the Comic-Con, to promote their movies. Do you know why? Because they know that sci-fi movies are some of the biggest box-office hits. Take a look at some of the stars who attended the event!

http://www.ew.com/ew/package/0,,20213067_20214927,00.html?bcpid=27761062001&bclid=30413172001&bctid=30890323001

What about you? What are your favorite movies / tv series? Why?